Sunday, June 20, 2010
Friday, June 4, 2010
Para onde vao os mortos? respostas conforme a Biblia!
Nas línguas originais da Bíblia, o inferno é chamado de Geena, havendo
outra palavra, Hades, que diz respeito a outra coisa. Infelizmente em
nossa tradução se usa indistintamente inferno para Geena e para Hades.
Hades é diferente do inferno (ou Geena). O inferno é o lugar onde serão
lançados os mortos após o juízo final do grande Trono Branco, e esse
lugar não foi preparado para os homens e sim para o Diabo e seus anjos.
Deus não destinou o homem para a perdição, mas este, caindo em pecado e
não aceitando a graça salvadora que enviou Cristo até a cruz para nos
remir, será lançado no lago de fogo que arde eternamente, junto com os
anjos caídos.
O Hades ou Seol (Mateus 11.23 no grego) não é tanto um lugar físico como a designação do estado da alma após a morte. É o mundo invisível dos espíritos dos que morreram. Um estado intermediário entre a vida e a ressurreição, (para os salvos) ou o juízo, (para os que perecem). O ladrão na cruz ouviu a promessa do Senhor: "...ainda hoje estarás comigo no paraíso." Seu corpo não foi ressuscitado, e não o será até o arrebatamento, como lemos em 1 Tessalonicenses 4.16, mas a sua alma estava já desfrutando do gozo da presença de Cristo. Assim é com os que morrem "em Cristo"; salvos! O rico de Lucas 16 declara estar atormentado na chama (vers. 24). Mas lemos em Apocalipse 20.13,14 que "...deu o inferno (no original, Hades) os mortos que nele havia, e foram julgados cada um segundo as suas obras. E a morte e o inferno (hades) foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte".
A segunda morte é o estado final e eterno em que ficarão os que perecem, para toda a eternidade. Não há retorno; não há consolo; não há a menor esperança de alívio. Não há luz nem entendimento. Não há nada que possa esconder o homem de seu pecado, e todos os seus sentidos estarão em atividade, fazendo‑o sofrer. Repare como o rico em Lucas 16 sentia sede e pesar por seus irmãos, podendo ainda falar, ouvir, etc. Mas havia um grande abismo que o separava do consolo de Lázaro.
Os que morrem vão para o hades, mas aguardam o juízo final em um estado consciente de tormento. Somente após o Trono Branco (Apocalipse. 20) é que serão lançados no inferno propriamente dito, que será muito maior em sofrimento do que o experimentado no Hades. Da mesma forma, os que morrem em Cristo, vão à Sua bendita presença, como Paulo disse, "...partir (morrer) e estar com Cristo" (Fl 1.3). Mas no arrebatamento, que será antes da tribulação, os que morreram em Cristo serão ressuscitados dentre os mortos, como Cristo, cujo corpo ficou sepultado três dias e três noites, mas disse ao ladrão, "ainda HOJE estarás comigo no paraíso". Cristo é as primícias dos que dormem, (1 Coríntios 15.20) ou seja, Ele ressuscitou primeiro, e nós seremos igualmente ressuscitados pelo mesmo poder que O ressuscitou. Passaremos por uma mesma experiência (1 Coríntios 15.23). O estado do crente após a sua morte, é de gozo, mas não é igual ao estado que ele estará após a ressurreição, que se dará, para os salvos, no arrebatamento. (Concise Bible Dictionary)
O Hades ou Seol (Mateus 11.23 no grego) não é tanto um lugar físico como a designação do estado da alma após a morte. É o mundo invisível dos espíritos dos que morreram. Um estado intermediário entre a vida e a ressurreição, (para os salvos) ou o juízo, (para os que perecem). O ladrão na cruz ouviu a promessa do Senhor: "...ainda hoje estarás comigo no paraíso." Seu corpo não foi ressuscitado, e não o será até o arrebatamento, como lemos em 1 Tessalonicenses 4.16, mas a sua alma estava já desfrutando do gozo da presença de Cristo. Assim é com os que morrem "em Cristo"; salvos! O rico de Lucas 16 declara estar atormentado na chama (vers. 24). Mas lemos em Apocalipse 20.13,14 que "...deu o inferno (no original, Hades) os mortos que nele havia, e foram julgados cada um segundo as suas obras. E a morte e o inferno (hades) foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte".
A segunda morte é o estado final e eterno em que ficarão os que perecem, para toda a eternidade. Não há retorno; não há consolo; não há a menor esperança de alívio. Não há luz nem entendimento. Não há nada que possa esconder o homem de seu pecado, e todos os seus sentidos estarão em atividade, fazendo‑o sofrer. Repare como o rico em Lucas 16 sentia sede e pesar por seus irmãos, podendo ainda falar, ouvir, etc. Mas havia um grande abismo que o separava do consolo de Lázaro.
Os que morrem vão para o hades, mas aguardam o juízo final em um estado consciente de tormento. Somente após o Trono Branco (Apocalipse. 20) é que serão lançados no inferno propriamente dito, que será muito maior em sofrimento do que o experimentado no Hades. Da mesma forma, os que morrem em Cristo, vão à Sua bendita presença, como Paulo disse, "...partir (morrer) e estar com Cristo" (Fl 1.3). Mas no arrebatamento, que será antes da tribulação, os que morreram em Cristo serão ressuscitados dentre os mortos, como Cristo, cujo corpo ficou sepultado três dias e três noites, mas disse ao ladrão, "ainda HOJE estarás comigo no paraíso". Cristo é as primícias dos que dormem, (1 Coríntios 15.20) ou seja, Ele ressuscitou primeiro, e nós seremos igualmente ressuscitados pelo mesmo poder que O ressuscitou. Passaremos por uma mesma experiência (1 Coríntios 15.23). O estado do crente após a sua morte, é de gozo, mas não é igual ao estado que ele estará após a ressurreição, que se dará, para os salvos, no arrebatamento. (Concise Bible Dictionary)
Pr. Charles Haddon Spurgeon
Apascentando Ovelhas ou Entretendo Bodes?
Tradução: Walter Andrade
Campelo
Um mal está no declarado campo do Senhor, tão grosseiro em
seu descaramento, que até o mais míope dificilmente deixaria de
notá-lo durante os últimos anos. Ele se tem desenvolvido em um ritmo
anormal, mesmo para o mal. Ele tem agido como fermento até que toda a
massa levede. O demônio raramente fez algo tão engenhoso quanto sugerir à
Igreja que parte de sua missão é prover entretenimento para as
pessoas, com vistas a ganhá-las.
Da pregação em alta voz, como faziam os
Puritanos, a Igreja gradualmente baixou o tom de seu testemunho, e
então tolerou e desculpou as frivolidades da época. Em seguida ela as
tolerou dentro de suas fronteiras. Agora as adotou sob o argumento de
atingir as massas.
Meu primeiro argumento é que prover entretenimento para as
pessoas não está dito em parte nenhuma das Escrituras como sendo uma
função da Igreja. Se este é um trabalho Cristão, porque Cristo não falou
dele? "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura."
(Marcos 16:15). Isto está suficientemente claro. Assim teria sido se Ele
tivesse adicionado "e proporcionem divertimento para aqueles que não
tem prazer no evangelho." Nenhuma destas palavras, contudo, são
encontradas. Não parecem ter-lhe ocorrido.
Então novamente, "E ele mesmo deu
uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas,
e outros para pastores e doutores... para a obra do ministério"
(Efésios 4:11-12). Onde entram os animadores? O Espírito Santo silencia
no que diz respeito a eles. Foram os profetas perseguidos porque
divertiram o povo ou porque o rejeitaram? Em concerto musical não há
lista de mártires.
Além disto, prover divertimento está em direto antagonismo
com o ensino e a vida de Cristo e de todos os seus apóstolos. Qual foi
a atitude da Igreja quanto ao mundo? "Vós sois o sal" (Mateus 5:13),
não o doce açucarado - algo que o mundo irá cuspir e não engolir. Curta
e severa foi a expressão: "deixa os mortos sepultar os seus mortos."
(Mateus 8:22) Ele foi de uma tremenda seriedade.
Se
Cristo introduzisse mais brilho e elementos agradáveis em Sua missão,
ele teria sido mais popular quando O abandonaram por causa da natureza
inquiridora de Seus ensinos. Eu não O ouvi dizer: "Corra atrás destas
pessoas, Pedro, e diga-lhes que nós teremos um estilo diferente de
culto amanhã, um pouco mais curto e atraente, com pouca pregação. Nós
teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que certamente
se agradarão. Seja rápido Pedro, nós devemos ganhar estas pessoas de
qualquer forma." Jesus se compadeceu dos pecadores, suspirou e chorou
por eles, mas nunca procurou entretê-los.
Em vão serão examinadas as
Epístolas para se encontrar qualquer traço deste evangelho de
entretenimento! A mensagem delas é: "Saia, afaste-se, mantenha-se
afastado!" É patente a ausência de qualquer coisa que se aproxime de
uma brincadeira. Eles tinham ilimitada confiança no evangelho e não
empregavam outra arma.
Após Pedro e João terem sido presos por pregar o
evangelho, a Igreja teve uma reunião de oração, mas eles não oraram:
"Senhor conceda aos teus servos que através de um uso inteligente e
perspicaz de inocente recreação possamos mostrar a estas pessoas quão
felizes nós somos." Se não cessaram de pregar a Cristo, não tiveram
tempo para arranjar entretenimentos. Dispersos pela perseguição, foram
por todos lugares pregando o evangelho. Eles colocaram o mundo de cabeça
para baixo (Atos 17:6). Esta é a única diferença! Senhor, limpe a
Igreja de toda podridão e refugo que o diabo lhe tem imposto, e
traga-nos de volta aos métodos apostólicos.
Finalmente, a missão de
entretenimento falha em realizar os fins desejados. Ela produz
destruição entre os novos convertidos. Permita que os negligentes e
escarnecedores, que agradecem a Deus pela Igreja os terem encontrado no
meio do caminho, falem e testifiquem. Permita que os oprimidos que
encontraram paz através de um concerto musical não silenciem! Permita
que o bêbado para quem o entretenimento dramático foi um elo no
processo de conversão, se levante! Ninguém irá responder. A missão de
entretenimento não produz convertidos. A necessidade imediata para o
ministério dos dias de hoje é crer na sabedoria combinada à verdadeira
espiritualidade, uma brotando da outra como os frutos da raiz. A
necessidade é de doutrina bíblica, de tal forma entendida e sentida,
que coloque os homens em fogo.
Esse texto em seu contexto original:
http://www.luz.eti.br/spurgeon_feeding_pt.html
Wednesday, May 26, 2010
Monday, April 19, 2010
Li e gostei... SOU HEREGE, E DAÍ?

Hermes C. Fernandes
Quer mesmo saber? Sou herege! E digo isso com o peito cheio. Se quiser, pode me mandar pra fogueira agora mesmo. Estou pronto a morrer pela mensagem subversiva de que sou portador. Mesmo porque, não valeria a pena viver por algo pelo qual não se disponha a morrer.
Minha heresia?
Discordar do que tem sido feito em nome da ortodoxia.
Meu problema não é com a ortodoxia em si, mas com a práxis dos hipócritas que vivem o avesso do que afirmam crer. Eles me dão ânsia de vômito.
Por isso, resolvi chutar o balde e assumir de vez a postura de herege.
Eles pregam a divindade de Jesus, porém tratam-nO como se fosse um empregadinho. Chamam-No de Senhor, mas exigem que Se lhes submeta, atendendo às suas ordens, determinações e decretos.
Ensinam a divindade do Espírito Santo, mas ridicularizam-nO com manifestações bizarras que não temem atribuir a Ele.
Pregam a salvação pela graça, e em seguida exigem que seus seguidores façam sacrifícios complementares para assegurar-lhes a condição de salvos.
Pregam que Jesus está às portas, mas levantam campanhas milionárias para construir catedrais suntuosas ou adquirir aviões, em vez de pregar a esperança de dias melhores e contribuir para amenizar as injustiças sociais.
Ensinam a generosidade só para colocá-la à serviço de sua própria avareza.
Cansei de fundamentalismo barato, intelectualmente preguiçoso, e ideologicamente comprometido com os poderes deste mundo. Cristãos que preferem ladear os poderosos, e desprezar os miseráveis e excluídos. Denunciam a pretensão socialista de que o Estado ocupe o lugar de Deus, mas fazem vista grossa ao Estado Neo-liberal que se presta ao papel de Diabo.
Prefiro a isenção profética! Não quero aliar-me a qualquer que seja a ideologia, pois todas são inequivocadamente imperfeitas. Prefiro ser porta-voz do Reino, a ser defensor de agendas ideológicas. Marx não me convence! Mas não será Olavo de Carvalho que me converterá ao conservadorismo. Não me curvo ao Estado, mas também não me prostro ante o Capital. Ambos são potencialmente ídolos. Ambos exigem lealdade absoluta, coisa que só devo ao império de Cristo.
Livre comércio? Sim. Mas não ao custo da justiça. Justiça social? Sim. Mas não ao custo da liberdade. Por isso, não sou nem socialista, nem capitalista. Sou mesmo um reinista.
Por favor, não me rotulem. Não sou penteca, mas também não morro de amores pelo tradicionalismo mofado que só serve ao orgulho denominacional idiota. Eu já disse e repito: Sou reinista! Só devo lealdade ao Rei dos reis!
Crer na contemporaniedade dos dons não me faz carismático nem pentecostal; crer na soberania divina não me faz calvinista; apreciar arte sacra não me faz idólatra, e negar-me a ajoelhar-me ante a uma imagem não me torna iconoclasta. Crer na intervenção divina em atendimento às nossas preces também não me faz um neo-penteca.
Se insistirem em me taxar, prefiro que me chamem de herege. Pelo menos serei identificado com os injustiçados, vítimas dos sistemas opressores que se arrogam detentores da verdade absoluta. Prefiro isso a ser identificado com os que oprimem, e em cujas mãos estão acesas as tochas da intolerância, prontas a atear fogo nos discordantes e rebeldes.
Se reeditarem a santa inquisição, a maioria dos líderes que explora seus rebanhos ficará de fora. E sabe por quê? Porque são todos ortodoxos e dogmáticos. Todos têm em comum a crença no concepção virginal de Cristo, em Sua ressurreição ao terceiro dia, em Sua ascensão, na Criação em sete dias literais, etc. Nenhum deles pode ser acusado de heresia. Eles até poderiam escapar ilesos das chamas inquisitoriais, mas duvido que escapariam de outra chama!
Prefiro ser torrado nas fogueiras dos meus detratores a ter minha consciência chamuscada pela culpa, e minha alma alvejada pelas chamas do inferno.
Sou herege assumido, e quem não for... que acenda a primeira tocha!
Heresia, do latim haerĕsis, por sua vez do grego αἵρεσις, "escolha" ou "opção"
Tuesday, April 6, 2010

Apocalipse?
A cada dia nosso Senhor Jesus Cristo está mais perto de voltar, mas o que me intriga constantemente é a falta de pregação sobre isso. Falar em escatologia bíblica (estudo do fim) é quase que utópico nos dias atuais. Alguns até vêem o livro de Apocalipse como um livro de ficção. Afinal, acreditamos ou não no Apocalipse? Se sim, por que não falamos nele?
Acredito que muitos pregadores têm medo do futuro e simplesmente esquecem o sexagésimo sexto livro bíblico. Pregar o que se pode conquistar é mais atrativo do que falar em sofrimento, e quando tratamos de sofrimento somos taxados como fanáticos. Fato irrefutável é que o fim acontecerá e não temos como pegar outro caminho.
Lendo o artigo da revista Info Exame (06/09), me deparei com uma entrevista com o cientista Ray Kurzweil, muito famoso por prever (e acertar) tendências tecnológicas. Para ele seremos “meio humano” e “meio máquina” em 2045. Sua tese é enfática e bem fundamentada cientificamente. Essa teoria nos “proporcionaria” uma vida eterna, pois nunca ficaríamos doentes. Em outra parte da entrevista, ele afirma que um dia trará o seu pai (falecido há anos) de volta coletando seu DNA e inserindo em sua mente (uma espécie de HD) suas memórias. Seria como um robô ou um avatar.
Alguns se assustam, outros repreendem, outros acham um absurdo isso acontecer. Porém minha visão é outra: isso pode acontecer sim! Não acredita? Talvez não ao pé da letra, mas quantas pessoas hoje têm em seu corpo implantes no coração, cérebro, osso, boca, cordas vocais, etc e tal? Ou você acha que será da noite para o dia? Bruunnnngrrr… Deu até cala-frio! Mas calma! Não estou querendo te assustar, só te alertar.
Ao mesmo tempo em que acredito que isso pode acontecer, acredito também que nós, a igreja de Cristo, não estaremos mais aqui (1 Ts 4:16-17). Em Daniel 12:4 está escrito que a ciência/conhecimento/entendimento (depende da versão) aumentaria e a cada dia ouvimos sobre novas tecnologias e tendências. Meu clamor é para que acordemos e espalhemos o Evangelho de Jesus Cristo, pois o arrebatamento para a igreja está por instantes.
Que Deus nos abençoe e tenha misericórdia de nós!
Escrito por Naasson D. Mendes
Saturday, March 20, 2010
A ultima carta

A ultima carta .
Oi Pai! tenho certeza que esta carta vai te encontrar gozando de tranquilidade e paz ! .
Aqui vamos todos indo,tentando levar adiante a nossas vidas que ja nao e a mesma sem voce!,
tentando entender o sentido da vida, tentando preencher esse vazio que
ficou depois que voce se foi, e o mundo que ja era tao grande parece
que ficou maior e sem razao.A vida continua pai, mas hoje tenho medo do
futuro, pois nao te vejo nele, voce ja nao esta la para me acolher para
comemorar comigo, para me abracar e com um olhar dizer do seu
orgulho!...meu futuro foi brutalmente mutilado, e como se eu escrevesse
um livro de super herois onde o meu principal personagen ja nao se
encontra nas paginas,e mesmo assim a trama continua, mas nao tem
graca!.Herdei de voce varias caracteristicas, algumas plantadas
carinhosamente no meu carater por voce, outras simplismente habitam
naturalmente em meu DNA , mas que vou carregar em mim como um trofeu com
seu nome gravado!. Pai quero agradecer pela sua amizade, pelo
carinho e amor dedicado a nossa familia aos meus filhos e a minha amada
mae principalmente, somos seu retrato, refletimos em nos tudos que vc
nos representou, obrigada pela sua forca e por lutar tanto para que nos
vencessemos! Sua luta se findou ! mas o resultado dela permanecera !
obrigado pela sua docura e sensibilidade tao disfarcada , mas bem
visivel quando voce falava de quem amava ,seu lindo coracao nao
conseguia esconder os olhos pequeninos e rasos d`agua . Pai
desculpe se nao percebi que o tempo havia passado e que ele nao espera
ninguem...fico horas a lembrar que quando crianca me lembrava de ser
carregada em seu ombro, sentia seus passos firmes no atrito da rua
descalca me levando para adorar a Deus entao saiba que jamais esquecerei
o caminho pai! mesmo quando velha estiver!sua simplicidade,sua
batalha,seguia sempre adiante nao se deixava abater!
Lembra-se da
ultima vez que nos vimos? voce estava triste pois nao queria me ver
partir...o meu aviao decolou pra longe me levando de encontro aos meus
sonhos me separando de voce! quando eu menos esperava , Deus decidiu
que era a sua vez de viajar, Ele decidiu o seu itinerario o dia e a hora
e assim o fez...Hoje pai sou eu que me entristeco e choro pois sei que
esse aviao nao tem volta! Mas eu nao desisti daquele abraco pai! um dia
estarei tambem numa jornada onde o destino e um lindo lugar onde
separacao, saudade e tristeza sao vocabularios desconhecidos, e com
certeza mais uma vez pai voce vai me olhar com seus pequenos e umidos
olhos,e vira ao meu encontro, me trazendo lindas noticias de um pais
onde tudo e perfeito e eterno e enfim o tao aguardado abraco! o seu !
meu querido e tao amado pai! de sua filha que muito te ama.
Um grande beijo em seu rosto e lembrancas ao Rei.
Friday, January 29, 2010
O Homenzinho da rua George
Alguma vez você já se perguntou o que resulta da distribuição de folhetos? O relato abaixo, do pastor Dave Smethurst, de Londres, responde essa pergunta:
“É uma história extraordinária a que eu vou contar. Tudo começou há alguns anos em uma Igreja Batista que se reúne no Palácio de Cristal ao Sul de Londres. Estávamos chegando ao final do culto dominical quando um homem se levantou em uma das últimas fileiras de bancos, ergueu sua mão e perguntou: “Pastor, desculpe-me, mas será que eu poderia dar um rápido testemunho?” Olhei para meu relógio e concordei, dizendo: “Você tem três minutos!” O homem logo começou com sua história:
“Mudei-me para cá há pouco tempo. Eu vivia em Sydney, na Austrália. Há alguns meses estive lá visitando alguns parentes e fui passear na rua George. Ela se estende do bairro comercial de Sydney até a área residencial chamada Rock. Um homem baixinho, de aparência um pouco estranha, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja, entregou-me um folheto e perguntou: ‘Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, o senhor irá para o céu?’ – Fiquei perplexo com essas palavras, pois jamais alguém havia me perguntado uma coisa dessas. Agradeci polidamente pelo folheto, mas na viagem de volta para Londres eu me sentia bastante confuso com o episódio. Entrei em contato com um amigo que, graças a Deus, é cristão, e ele me conduziu a Cristo”.
Todos aplaudiram suas palavras e deram-lhe as boas-vindas, pois os batistas gostam de testemunhos desse tipo.
Uma semana depois, voei para Adelaide, no Sul da Austrália. Durante meus três dias de palestras em uma igreja batista local, uma mulher veio se aconselhar comigo. A primeira coisa que fiz foi perguntar sobre sua posição em relação a Jesus Cristo. Ela respondeu:
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A rua George, em Sydney.
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“Morei em Sydney por algum tempo, e há alguns meses voltei lá para visitar amigos. Estava na rua George fazendo compras quando um homenzinho de aparência curiosa, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja e veio em minha direção, ofereceu-me um folheto e disse: ‘Desculpe, mas a senhora já é salva? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Essas palavras me deixaram inquieta. De volta a Adelaide, procurei por um pastor de uma igreja batista que ficava perto de minha casa. Depois de conversarmos, ele me conduziu a Cristo. Assim, posso lhe dizer que agora sou crente”.
Eu estava ficando muito admirado. Duas vezes, no prazo de apenas duas semanas, e em lugares tão distantes, eu ouvira o mesmo testemunho. Viajei para mais uma série de palestras na Mount Pleasant Church em Perth, no Oeste da Austrália. Quando concluí meu trabalho na cidade, um ancião da igreja me convidou para almoçar. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele tinha se tornado cristão. Ele explicou:
“Aos quinze anos vim a esta igreja, mas não tinha um relacionamento real com Jesus. Eu simplesmente participava das atividades, como todo mundo. Devido à minha capacidade para negócios e meu sucesso financeiro, minha influência na igreja foi aumentando. Há três anos fiz uma viagem de negócios a Sydney. Um homem pequeno, de aparência estranha, saiu da entrada de uma loja e me entregou um panfleto religioso – propaganda barata – e me fez a pergunta: ‘Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, o senhor vai para o céu?’ – Tentei explicar-lhe que eu era ancião de uma igreja batista, mas ele nem quis me ouvir. Durante todo o caminho de volta para casa, de Sydney a Perth, eu fervia de raiva. Esperando contar com a simpatia do meu pastor, contei-lhe a estranha história. Mas ele não concordou comigo de forma alguma. Há anos ele vinha me incomodando e dizendo que eu não tinha um relacionamento pessoal com Jesus, e tinha razão. Foi assim que, há três anos, meu pastor me conduziu a Cristo”.
Voei de volta para Londres e logo depois falei na Assembléia Keswick no Lake-District. Lá relatei esses três testemunhos singulares. No final da série de conferências, quatro pastores idosos vieram à frente e contaram que eles também foram salvos, há 25-30 anos atrás, pela mesma pergunta e por um folheto entregue na rua George em Sydney, na Austrália.
Na semana seguinte viajei para uma igreja semelhante à de Keswick e falei a missionários no Caribe. Também lá contei os mesmos testemunhos. No final da minha palestra, três missionários vieram à frente e explicaram que há 15-25 anos atrás eles igualmente haviam sido salvos pela pergunta e pelo folheto do homenzinho da rua George na distante Austrália.
Minha próxima série de palestras me conduziu a Atlanta,na Geórgia (EUA). Fui até lá para falar num encontro de capelães da Marinha. Por três dias fiz palestras a mais de mil capelães de navios. No final, o capelão-mor me convidou para uma refeição. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele havia se tornado cristão.
“Foi um milagre. Eu era marinheiro em um navio de guerra no Pacífico Sul e vivia uma vida desprezível. Fazíamos manobras de treinamento naquela região e renovávamos nossos estoques de suprimentos no porto de Sydney. Ficamos totalmente largados. Em certa ocasião eu estava completamente embriagado e peguei o ônibus errado. Desci na rua George. Ao saltar do ônibus pensei que estava vendo um fantasma quando um homem apareceu na minha frente com um folheto na mão e perguntando: ‘Marinheiro, você está salvo? Se morrer hoje à noite, você vai para o céu?’ – O temor de Deus tomou conta de mim imediatamente. Fiquei sóbrio de repente, corri de volta para o navio e fui procurar o capelão. Ele me levou a Cristo. Com sua orientação, logo comecei a me preparar para o ministério. Hoje tenho a responsabilidade sobre mais de mil capelães da Marinha, que procuram ganhar almas para Cristo”.
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“Desculpe, mas você é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?”
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Seis meses depois, viajei a uma conferência reunindo mais de cinco mil missionários noNordeste da Índia. No final, o diretor da missão me levou para comer uma refeição simples em sua humilde e pequena casa. Também perguntei a ele como tinha deixado de ser hindu para tornar-se cristão.
“Cresci numa posição muito privilegiada. Viajei pelo mundo como representante diplomático da Índia. Sou muito feliz pelo perdão dos meus pecados, lavados pelo sangue de Cristo. Ficaria muito envergonhado se descobrissem tudo o que aprontei naquela época. Por um tempo, o serviço diplomático me conduziu a Sydney. Lá fiz algumas compras e estava levando pacotes com brinquedos e roupas para meus filhos. Eu descia a rua George quando um senhor bem-educado, grisalho e baixinho chegou perto de mim, entregou-me um folheto e me fez uma pergunta muito pessoal: ‘Desculpe-me, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Agradeci na hora, mas fiquei remoendo esse assunto dentro de mim. De volta a minha cidade, fui procurar um sacerdote hindu. Ele não conseguiu me ajudar mas me aconselhou a satisfazer minha curiosidade junto a um missionário na Missão que ficava no fim da rua. Foi um bom conselho, pois nesse dia o missionário me conduziu a Cristo. Larguei o hinduísmo imediatamente e comecei a me preparar para o trabalho missionário. Saí do serviço diplomático e hoje, pela graça de Deus, tenho responsabilidade sobre todos esses missionários, que juntos já conduziram mais de 100.000 pessoas a Cristo”.
Oito meses depois, fui pregar em Sydney. Perguntei ao pastor batista que me convidara se ele conhecia um homem pequeno, de cabelos brancos, que costumava distribuir folhetos na rua George. Ele confirmou: “Sim, eu o conheço, seu nome é Mr. Genor, mas não creio que ele ainda faça esse trabalho, pois já está bem velho e fraco”. Dois dias depois fomos procurar por ele em sua pequena moradia. Batemos na porta, e um homenzinho pequeno, frágil e muito idoso nos saudou. Mr. Genor pediu que entrássemos e preparou um chá para nós. Ele estava tão debilitado e suas mãos tremiam tanto que continuamente derramava chá no pires. Contei-lhe todos os testemunhos que ouvira a seu respeito nos últimos três anos. As lágrimas começaram a rolar pela sua face, e então ele nos relatou sua história:
“Eu era marinheiro em um navio de guerra australiano. Vivia uma vida condenável. Durante uma crise entrei em colapso. Um dos meus colegas marinheiros, que eu havia incomodado muito, não me deixou sozinho nessa hora e ajudou a me levantar. Conduziu-me a Cristo, e minha vida mudou radicalmente de um dia para outro. Fiquei tão grato a Deus que prometi dar um testemunho simples de Jesus a pelo menos dez pessoas por dia. Quando Deus restaurou minhas forças, comecei a colocar meu plano em prática. Muitas vezes ficava doente e não conseguia cumprir minha promessa, mas assim que eu melhorava recuperava o tempo perdido. Depois que me aposentei, escolhi para meu propósito um lugar na rua George, onde centenas de pessoas cruzavam meu caminho diariamente. Algumas vezes as pessoas rejeitavam minha oferta, mas também havia as que recebiam meus folhetos com educação. Há quarenta anos faço isso, mas até o dia de hoje não tinha ouvido falar de ninguém que tivesse se voltado para Jesus através do meu trabalho”.
Aqui vemos o que é verdadeira dedicação: demonstrar amor e gratidão a Jesus por quarenta anos sem saber de qualquer resultado positivo. Esse homem simples, pequeno e sem dons especiais deu testemunho de sua fé para mais de 150.000 pessoas. Penso que os frutos do trabalho de Mr. Genor que Deus mostrou ao pastor londrino sejam apenas uma fração da ponta do iceberg.
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O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas.
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Só Deus sabe quantas pessoas mais foram ganhas para Cristo através desses folhetos e das palavras desse homem. Mr. Genor, que realizou um enorme trabalho nos campos missionários, faleceu duas semanas depois de nossa visita. Você pode imaginar o galardão que o esperava no céu? Duvido que sua foto tenha aparecido alguma vez em alguma revista cristã. Também duvido que alguém tenha visto uma reportagem ilustrada a seu respeito. Ninguém, a não ser um pequeno grupo de batistas de Sydney, conhecia Mr. Genor, mas eu asseguro que no céu seu nome é muito conhecido. O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas. (extraído de Worldmissions – redação final: Werner Gitt)
Vale a Pena!
“Disse-lhe o Senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt 25.21).
Existem muitas organizações que trabalham com literatura cristã. Inúmeros irmãos fazem uso de folhetos, livros, fitas e revistas para divulgar o Evangelho, mas geralmente não vêem o resultado de suas atividades missionárias. Isso pode causar desânimo, e certamente muitos distribuidores de folhetos já se perguntaram: “Será que vale a pena?”
Com freqüência ficamos sabendo de pessoas que se converteram através de um folheto ou de um livro, ou que foram fortalecidas na fé por meio da literatura. Mesmo que jamais saibamos dos resultados de nossa semeadura, eles são prometidos pelo Senhor (veja Is 55.11). Além disso, um obreiro na “seara do Senhor” não é avaliado pelo número de pessoas que se convertem pelo seu trabalho mas por sua fidelidade no trabalho cristão. Também devemos ter sempre em mente que nós não convertemos ninguém. Só Deus é que pode tocar os corações, despertar as consciências e, pelo Espírito Santo, conduzir uma pessoa à fé em Jesus Cristo. O exemplo citado mostra que Ele faz isso em nossos dias e que pode agir através de muito ou de pouco. Que este testemunho anime os distribuidores de folhetos a continuarem semeando com perseverança a boa semente, que certamente dará frutos a seu tempo. Saturday, January 23, 2010
Deus e autor do mal?
Isaías 45.7 ‑ A palavra "mal" na versão Almeida é "ra" no original hebraico, e tem o significado de tristeza, miséria, adversidade, aflição, mas nunca significa "pecado". Deus cria o mal, ou seja, Ele traz miséria, aflição ou tristeza quando assim julga necessário para cumprir os seus justos desígnios. O mal que Deus terá que trazer sobre o pecador que não crê em Cristo é um exemplo disto.
Um juiz que é justo ao condenar um transgressor trará, evidente, mal à vida do transgressor, prendendo‑o numa cadeia por um determinado tempo. A justiça inclui a aplicação de uma pena ao transgressor. Por esta razão Deus trouxe o dilúvio sobre a terra, eliminando aqueles que estavam cansados de receber um testemunho acerca do Deus verdadeiro mas teimavam em viver em iniquidade e idolatria. (leia Gênesis 6.1‑8). Ao longo de todo o Antigo Testamento você encontrará Deus julgando os homens por meio de catástrofes ou por guerras.
Romanos 9.6‑33 ‑ Aqui vemos a soberania de Deus e que Sua vontade está acima de tudo. Nem sempre seremos capazes de compreender a Sua vontade, mas podemos ter certeza de que é a melhor. Em Êx 4.19, Deus diz a Moisés: "eu SEI, porém, que o rei do Egito não vos deixará ir". Aqui Deus sabia o que havia no coração de Faraó. No primeiro encontro, em Êx 5, Faraó diz "Quem é o Senhor?" e "Não conheço o Senhor", não deixando o povo ir. O coração do homem é igual, pois Moisés diz em 6.12: "Eis que os filhos de Israel me não têm ouvido; como pois me ouvirá Faraó?", ou seja, o homem é inimigo de Deus em qualquer lado que esteja. Mas Deus tinha o propósito de salvar aquele povo e condenar o Egito.
Assim é a graça de Deus. Ambos os povos eram pecadores culpados e não queriam escutar a voz do Senhor, portanto Ele podia simplesmente esquecê‑los e destiná‑los ao juízo. Mas Deus, na Sua graça, queria salvar um povo e escolheu os israelitas para serem este povo. Alguns perguntariam: "Por que Ele não salvou os dois povos?", mas eu pergunto "Por que Ele, ainda assim, salvou os israelitas, uma vez que estes eram tão indignos quanto os egípcios?" A resposta é que Ele quis salvar. Se há duas pessoas se afogando e alguém que passa na beira do rio escolhe salvar uma, não podemos dizer que ele seja culpado da morte da outra pessoa. Ele poderia muito bem não ter se arriscado e deixar que as duas morressem. Ele não tinha nada a ver com a falta de juízo daqueles que tinham escolhido nadar em águas profundas. Mas se ele, ainda assim, salva uma, deve ser reconhecido por seu feito.
Mas creio que Faraó ainda podia se converter, pois Deus estava Se revelando a Ele. (Lembre‑se do que aconteceu em Nínive, quando Jonas pregou e, ao contrário do que Jonas esperava, o rei e toda a cidade se arrependeram.) Assim, é somente no capítulo 7.3 que Deus vai endurecer o coração de Faraó, acabando assim suas chances de se converter.
Provérbios 16.4 ‑ Este é o mesmo caso de Faraó. Deus o criou, sabendo que ele seria tão ímpio quanto qualquer outro israelita. Mas Deus criou a ambos, que nasceram ímpios por causa do pecado e não de Deus, e decidiu salvar o ímpio israelita, permanecendo o ímpio Faraó na condenação e ainda servindo de instrumento para que Deus concluísse os Seus desígnios. Mas em tudo isso Deus permanece justo. João 1.3 mostra que Cristo e que sem Ele nada do que foi feito se fez, portanto isto inclui tudo. Você foi criado por Deus, por intermédio de Cristo, assim como eu. E nós, embora tenhamos sido salvos pela fé em Jesus, nascemos tão ímpios quanto Faraó ou o mais vil assassino que exista na penitenciária. Se Deus justifica o ímpio (Rm 4.5) que crê e condena o ímpio que permanece nos seus pecados, não podemos dizer que Deus é injusto em condenar o segundo ou mesmo de utilizá‑lo para cumprir Seus justos desígnios. Mas podemos louvá‑lo por salvar o primeiro, ou seja, o ímpio que crê em Jesus
Um juiz que é justo ao condenar um transgressor trará, evidente, mal à vida do transgressor, prendendo‑o numa cadeia por um determinado tempo. A justiça inclui a aplicação de uma pena ao transgressor. Por esta razão Deus trouxe o dilúvio sobre a terra, eliminando aqueles que estavam cansados de receber um testemunho acerca do Deus verdadeiro mas teimavam em viver em iniquidade e idolatria. (leia Gênesis 6.1‑8). Ao longo de todo o Antigo Testamento você encontrará Deus julgando os homens por meio de catástrofes ou por guerras.
Romanos 9.6‑33 ‑ Aqui vemos a soberania de Deus e que Sua vontade está acima de tudo. Nem sempre seremos capazes de compreender a Sua vontade, mas podemos ter certeza de que é a melhor. Em Êx 4.19, Deus diz a Moisés: "eu SEI, porém, que o rei do Egito não vos deixará ir". Aqui Deus sabia o que havia no coração de Faraó. No primeiro encontro, em Êx 5, Faraó diz "Quem é o Senhor?" e "Não conheço o Senhor", não deixando o povo ir. O coração do homem é igual, pois Moisés diz em 6.12: "Eis que os filhos de Israel me não têm ouvido; como pois me ouvirá Faraó?", ou seja, o homem é inimigo de Deus em qualquer lado que esteja. Mas Deus tinha o propósito de salvar aquele povo e condenar o Egito.
Assim é a graça de Deus. Ambos os povos eram pecadores culpados e não queriam escutar a voz do Senhor, portanto Ele podia simplesmente esquecê‑los e destiná‑los ao juízo. Mas Deus, na Sua graça, queria salvar um povo e escolheu os israelitas para serem este povo. Alguns perguntariam: "Por que Ele não salvou os dois povos?", mas eu pergunto "Por que Ele, ainda assim, salvou os israelitas, uma vez que estes eram tão indignos quanto os egípcios?" A resposta é que Ele quis salvar. Se há duas pessoas se afogando e alguém que passa na beira do rio escolhe salvar uma, não podemos dizer que ele seja culpado da morte da outra pessoa. Ele poderia muito bem não ter se arriscado e deixar que as duas morressem. Ele não tinha nada a ver com a falta de juízo daqueles que tinham escolhido nadar em águas profundas. Mas se ele, ainda assim, salva uma, deve ser reconhecido por seu feito.
Mas creio que Faraó ainda podia se converter, pois Deus estava Se revelando a Ele. (Lembre‑se do que aconteceu em Nínive, quando Jonas pregou e, ao contrário do que Jonas esperava, o rei e toda a cidade se arrependeram.) Assim, é somente no capítulo 7.3 que Deus vai endurecer o coração de Faraó, acabando assim suas chances de se converter.
Provérbios 16.4 ‑ Este é o mesmo caso de Faraó. Deus o criou, sabendo que ele seria tão ímpio quanto qualquer outro israelita. Mas Deus criou a ambos, que nasceram ímpios por causa do pecado e não de Deus, e decidiu salvar o ímpio israelita, permanecendo o ímpio Faraó na condenação e ainda servindo de instrumento para que Deus concluísse os Seus desígnios. Mas em tudo isso Deus permanece justo. João 1.3 mostra que Cristo e que sem Ele nada do que foi feito se fez, portanto isto inclui tudo. Você foi criado por Deus, por intermédio de Cristo, assim como eu. E nós, embora tenhamos sido salvos pela fé em Jesus, nascemos tão ímpios quanto Faraó ou o mais vil assassino que exista na penitenciária. Se Deus justifica o ímpio (Rm 4.5) que crê e condena o ímpio que permanece nos seus pecados, não podemos dizer que Deus é injusto em condenar o segundo ou mesmo de utilizá‑lo para cumprir Seus justos desígnios. Mas podemos louvá‑lo por salvar o primeiro, ou seja, o ímpio que crê em Jesus
Monday, January 4, 2010
Metas para 2010.

Minhas 23 metas para 2010 que com ajuda do Senhor as cumprirei!
- Ler e estudar todos os livros profeticos da Biblia
- Assiduidade na Igreja.
- Administrar melhor meu tempo.
- Administrar melhor minhas financas.
- Administrar melhor meus negocios.
- Gastar com raciocinio.
- Minha familia no Brasil
- Minha casa-prioridade total.
- Ouvir mais do que falar.
- Trazer meus pais aos Eua.(minha mae ja que perdi meu amado pai em 30 de Janeiro)
- Preparar meu retorno ao Brasil (reforma do Apto.decoracao apto etc)
- Check up de saude completo.
- Tratamento odontologico estetico.
- Emagrecer 10 libras.
- Compor uma cancao.
- Formatura da High School do meu Filho Joao Guilherme(festinha hehe)
- Amar mais
- Passear Mais
- Viver mais e melhor
- Compreender mais
- Depender e me submeter mais a Deus.
- Cultivar as verdadeiras amizades.
- Manter sempre meu blog atualizado com coisas legais, usando meu tempo no pc moderadamente.
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