Sunday, June 20, 2010
Friday, June 4, 2010
Para onde vao os mortos? respostas conforme a Biblia!
Nas línguas originais da Bíblia, o inferno é chamado de Geena, havendo
outra palavra, Hades, que diz respeito a outra coisa. Infelizmente em
nossa tradução se usa indistintamente inferno para Geena e para Hades.
Hades é diferente do inferno (ou Geena). O inferno é o lugar onde serão
lançados os mortos após o juízo final do grande Trono Branco, e esse
lugar não foi preparado para os homens e sim para o Diabo e seus anjos.
Deus não destinou o homem para a perdição, mas este, caindo em pecado e
não aceitando a graça salvadora que enviou Cristo até a cruz para nos
remir, será lançado no lago de fogo que arde eternamente, junto com os
anjos caídos.
O Hades ou Seol (Mateus 11.23 no grego) não é tanto um lugar físico como a designação do estado da alma após a morte. É o mundo invisível dos espíritos dos que morreram. Um estado intermediário entre a vida e a ressurreição, (para os salvos) ou o juízo, (para os que perecem). O ladrão na cruz ouviu a promessa do Senhor: "...ainda hoje estarás comigo no paraíso." Seu corpo não foi ressuscitado, e não o será até o arrebatamento, como lemos em 1 Tessalonicenses 4.16, mas a sua alma estava já desfrutando do gozo da presença de Cristo. Assim é com os que morrem "em Cristo"; salvos! O rico de Lucas 16 declara estar atormentado na chama (vers. 24). Mas lemos em Apocalipse 20.13,14 que "...deu o inferno (no original, Hades) os mortos que nele havia, e foram julgados cada um segundo as suas obras. E a morte e o inferno (hades) foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte".
A segunda morte é o estado final e eterno em que ficarão os que perecem, para toda a eternidade. Não há retorno; não há consolo; não há a menor esperança de alívio. Não há luz nem entendimento. Não há nada que possa esconder o homem de seu pecado, e todos os seus sentidos estarão em atividade, fazendo‑o sofrer. Repare como o rico em Lucas 16 sentia sede e pesar por seus irmãos, podendo ainda falar, ouvir, etc. Mas havia um grande abismo que o separava do consolo de Lázaro.
Os que morrem vão para o hades, mas aguardam o juízo final em um estado consciente de tormento. Somente após o Trono Branco (Apocalipse. 20) é que serão lançados no inferno propriamente dito, que será muito maior em sofrimento do que o experimentado no Hades. Da mesma forma, os que morrem em Cristo, vão à Sua bendita presença, como Paulo disse, "...partir (morrer) e estar com Cristo" (Fl 1.3). Mas no arrebatamento, que será antes da tribulação, os que morreram em Cristo serão ressuscitados dentre os mortos, como Cristo, cujo corpo ficou sepultado três dias e três noites, mas disse ao ladrão, "ainda HOJE estarás comigo no paraíso". Cristo é as primícias dos que dormem, (1 Coríntios 15.20) ou seja, Ele ressuscitou primeiro, e nós seremos igualmente ressuscitados pelo mesmo poder que O ressuscitou. Passaremos por uma mesma experiência (1 Coríntios 15.23). O estado do crente após a sua morte, é de gozo, mas não é igual ao estado que ele estará após a ressurreição, que se dará, para os salvos, no arrebatamento. (Concise Bible Dictionary)
O Hades ou Seol (Mateus 11.23 no grego) não é tanto um lugar físico como a designação do estado da alma após a morte. É o mundo invisível dos espíritos dos que morreram. Um estado intermediário entre a vida e a ressurreição, (para os salvos) ou o juízo, (para os que perecem). O ladrão na cruz ouviu a promessa do Senhor: "...ainda hoje estarás comigo no paraíso." Seu corpo não foi ressuscitado, e não o será até o arrebatamento, como lemos em 1 Tessalonicenses 4.16, mas a sua alma estava já desfrutando do gozo da presença de Cristo. Assim é com os que morrem "em Cristo"; salvos! O rico de Lucas 16 declara estar atormentado na chama (vers. 24). Mas lemos em Apocalipse 20.13,14 que "...deu o inferno (no original, Hades) os mortos que nele havia, e foram julgados cada um segundo as suas obras. E a morte e o inferno (hades) foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte".
A segunda morte é o estado final e eterno em que ficarão os que perecem, para toda a eternidade. Não há retorno; não há consolo; não há a menor esperança de alívio. Não há luz nem entendimento. Não há nada que possa esconder o homem de seu pecado, e todos os seus sentidos estarão em atividade, fazendo‑o sofrer. Repare como o rico em Lucas 16 sentia sede e pesar por seus irmãos, podendo ainda falar, ouvir, etc. Mas havia um grande abismo que o separava do consolo de Lázaro.
Os que morrem vão para o hades, mas aguardam o juízo final em um estado consciente de tormento. Somente após o Trono Branco (Apocalipse. 20) é que serão lançados no inferno propriamente dito, que será muito maior em sofrimento do que o experimentado no Hades. Da mesma forma, os que morrem em Cristo, vão à Sua bendita presença, como Paulo disse, "...partir (morrer) e estar com Cristo" (Fl 1.3). Mas no arrebatamento, que será antes da tribulação, os que morreram em Cristo serão ressuscitados dentre os mortos, como Cristo, cujo corpo ficou sepultado três dias e três noites, mas disse ao ladrão, "ainda HOJE estarás comigo no paraíso". Cristo é as primícias dos que dormem, (1 Coríntios 15.20) ou seja, Ele ressuscitou primeiro, e nós seremos igualmente ressuscitados pelo mesmo poder que O ressuscitou. Passaremos por uma mesma experiência (1 Coríntios 15.23). O estado do crente após a sua morte, é de gozo, mas não é igual ao estado que ele estará após a ressurreição, que se dará, para os salvos, no arrebatamento. (Concise Bible Dictionary)
Pr. Charles Haddon Spurgeon
Apascentando Ovelhas ou Entretendo Bodes?
Tradução: Walter Andrade
Campelo
Um mal está no declarado campo do Senhor, tão grosseiro em
seu descaramento, que até o mais míope dificilmente deixaria de
notá-lo durante os últimos anos. Ele se tem desenvolvido em um ritmo
anormal, mesmo para o mal. Ele tem agido como fermento até que toda a
massa levede. O demônio raramente fez algo tão engenhoso quanto sugerir à
Igreja que parte de sua missão é prover entretenimento para as
pessoas, com vistas a ganhá-las.
Da pregação em alta voz, como faziam os
Puritanos, a Igreja gradualmente baixou o tom de seu testemunho, e
então tolerou e desculpou as frivolidades da época. Em seguida ela as
tolerou dentro de suas fronteiras. Agora as adotou sob o argumento de
atingir as massas.
Meu primeiro argumento é que prover entretenimento para as
pessoas não está dito em parte nenhuma das Escrituras como sendo uma
função da Igreja. Se este é um trabalho Cristão, porque Cristo não falou
dele? "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura."
(Marcos 16:15). Isto está suficientemente claro. Assim teria sido se Ele
tivesse adicionado "e proporcionem divertimento para aqueles que não
tem prazer no evangelho." Nenhuma destas palavras, contudo, são
encontradas. Não parecem ter-lhe ocorrido.
Então novamente, "E ele mesmo deu
uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas,
e outros para pastores e doutores... para a obra do ministério"
(Efésios 4:11-12). Onde entram os animadores? O Espírito Santo silencia
no que diz respeito a eles. Foram os profetas perseguidos porque
divertiram o povo ou porque o rejeitaram? Em concerto musical não há
lista de mártires.
Além disto, prover divertimento está em direto antagonismo
com o ensino e a vida de Cristo e de todos os seus apóstolos. Qual foi
a atitude da Igreja quanto ao mundo? "Vós sois o sal" (Mateus 5:13),
não o doce açucarado - algo que o mundo irá cuspir e não engolir. Curta
e severa foi a expressão: "deixa os mortos sepultar os seus mortos."
(Mateus 8:22) Ele foi de uma tremenda seriedade.
Se
Cristo introduzisse mais brilho e elementos agradáveis em Sua missão,
ele teria sido mais popular quando O abandonaram por causa da natureza
inquiridora de Seus ensinos. Eu não O ouvi dizer: "Corra atrás destas
pessoas, Pedro, e diga-lhes que nós teremos um estilo diferente de
culto amanhã, um pouco mais curto e atraente, com pouca pregação. Nós
teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que certamente
se agradarão. Seja rápido Pedro, nós devemos ganhar estas pessoas de
qualquer forma." Jesus se compadeceu dos pecadores, suspirou e chorou
por eles, mas nunca procurou entretê-los.
Em vão serão examinadas as
Epístolas para se encontrar qualquer traço deste evangelho de
entretenimento! A mensagem delas é: "Saia, afaste-se, mantenha-se
afastado!" É patente a ausência de qualquer coisa que se aproxime de
uma brincadeira. Eles tinham ilimitada confiança no evangelho e não
empregavam outra arma.
Após Pedro e João terem sido presos por pregar o
evangelho, a Igreja teve uma reunião de oração, mas eles não oraram:
"Senhor conceda aos teus servos que através de um uso inteligente e
perspicaz de inocente recreação possamos mostrar a estas pessoas quão
felizes nós somos." Se não cessaram de pregar a Cristo, não tiveram
tempo para arranjar entretenimentos. Dispersos pela perseguição, foram
por todos lugares pregando o evangelho. Eles colocaram o mundo de cabeça
para baixo (Atos 17:6). Esta é a única diferença! Senhor, limpe a
Igreja de toda podridão e refugo que o diabo lhe tem imposto, e
traga-nos de volta aos métodos apostólicos.
Finalmente, a missão de
entretenimento falha em realizar os fins desejados. Ela produz
destruição entre os novos convertidos. Permita que os negligentes e
escarnecedores, que agradecem a Deus pela Igreja os terem encontrado no
meio do caminho, falem e testifiquem. Permita que os oprimidos que
encontraram paz através de um concerto musical não silenciem! Permita
que o bêbado para quem o entretenimento dramático foi um elo no
processo de conversão, se levante! Ninguém irá responder. A missão de
entretenimento não produz convertidos. A necessidade imediata para o
ministério dos dias de hoje é crer na sabedoria combinada à verdadeira
espiritualidade, uma brotando da outra como os frutos da raiz. A
necessidade é de doutrina bíblica, de tal forma entendida e sentida,
que coloque os homens em fogo.
Esse texto em seu contexto original:
http://www.luz.eti.br/spurgeon_feeding_pt.html
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